Curitiba, 16 de Junho de 2016.
15:30

A construção das Cidades Digitais

Passa a ser cada vez mais relevante a busca por um ambiente urbano próspero e saúdável

edição 55

ICI

O rápido crescimento das cidades vem gerando uma série de problemas e tornando a vida urbana cada vez mais complicada. Surgem dificuldades na gestão dos resíduos, poluição ambiental, deficiências no sistema de atenção à saúde, congestionamentos no tráfego, além do desgaste da infraestrutura, carência na segurança pública, fragmentação social e econômica. São restrições sérias à qualidade de vida da população e, por esses motivos, técnicos e pensadores têm buscado soluções para resgatar a habitabilidade do ambiente urbano.

O gestor público tem a obrigação de disponibilizar serviços básicos aos cidadãos e a necessidade de reduzir os custos operacionais desses serviços. Isso exige novas técnicas de planejamento, design, financiamento, construção, governança e operação da infraestrutura e dos serviços urbanos.

Tais demandas apontam para a busca de um novo modelo de gestão urbana, que propicie desenvolvimento econômico e sustentável. Mais que isso, que propicie a melhoria da qualidade de vida da população, num ambiente no qual a governança seja participativa e os recursos naturais sejam utilizados com sabedoria.

São conceitos onde Economia, Sustentabilidade, Democracia e Qualidade de Vida caminham em sinergia, na busca por um crescimento equilibrado e voltado ao cidadão. A Tecnologia de Informação atua como importante base de sustentação para que isso se realize.

A expressão Cidades Inteligentes foi cunhada há mais de duas décadas. Porém, veio tomando forma nos últimos anos como o “emprego de sistemas de tecnologia de informação na integração da Operação, Serviços e Infraestrutura urbanos”. Objetiva disponibilizar os serviços todo o tempo, a toda a população, com maior eficiência, a custos moderados e fazendo uso dos recursos naturais de uma forma sustentável.

Nesse mote, para ser inteligente não basta à cidade ter mera eficiência operacional. Passa a ser cada vez mais relevante a busca por um ambiente urbano próspero e saudável, no qual o cidadão possa sentir-se acolhido, valorizado e respeitado. Onde encontre oportunidades de emprego e crescimento para si, para a família a e comunidade como um todo.

Os dados da vida urbana devem ser tangíveis, os modelamentos devem ser transparentes, de modo que o administrador público possa enxergar processos de governo e não dados de computação. Ele não precisa conhecer profundamente a questão da informática, que atua como pano de fundo na captura e tratamento de eventos em tempo real, contribuindo para que as melhores decisões possam ser tomadas. Assim, melhora-se a governança e a eficiência na gestão dos equipamentos e serviços da infraestrutura pública, contribuindo para que se firme uma relação de confiança com o cidadão.

Numa Cidade Inteligente, o poder público atua de forma preventiva, até mesmo preditiva, por meio do uso de sistemas de monitoramento e de gerenciamento, que operam em tempo real. Os sistemas devem ser interoperáveis e prover aos cidadãos meios para que eles possam se envolver diretamente com a gestão da cidade, tornando-a mais participativa.

Neste contexto, o ICI se insere como provedor de tecnologia da informação e comunicação para que as cidades possam ser inteligentes. Sob os pilares de governança, sustentabilidade, economia, mobilidade e qualidade de vida, o ICI oferece sistemas e soluções inovadoras e alinhadas com os conceitos de Cidades Inteligentes para transformar a gestão pública da sua cidade.



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Passa a ser cada vez mais relevante a busca por um ambiente urbano próspero e saúdável

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